Mundo em Revista
- Subsídios agrícolas dividem países desenvolvidos e emergentes
- Países pedem "cortes profundos" nas emissões de CO2
- Países desenvolvidos pedem "cortes profundos" nas emissões de CO2
- Casa Branca rejeita uso de reservas para reduzir preços do petróleo
- Bolsa de Bangcoc abre em alta
- Bolsa de Kuala Lumpur abre em alta
09.07.2008 | 04:46 UTC
Subsídios agrícolas dividem países desenvolvidos e emergentes
Toyako (Japão), 9 jul (EFE).- Os subsídios agrícolas foram hoje o
principal ponto de atrito durante a reunião entre os líderes do
Grupo dos Oito (G8, os sete países mais industrializados e a
Rússia), e do Grupo dos Cinco (G5, que reúne Brasil, China, México,
Índia e África do Sul).
O G5 atribui aos subsídios agrícolas dos países industrializados
a maior parte da culpa pela atual crise alimentícia, que em sua
opinião, representa uma ameaça contra seu desenvolvimento.
Segundo um porta-voz do Ministério de Assuntos Exteriores
japonês, os dois grupos continuam divididos sobre como trabalhar
dentro da Organização Mundial do Comércio (OMC) as negociações da
Rodada de Doha sobre a liberalização do comércio global.
Na declaração conjunta divulgada um dia antes da reunião com os
líderes do G8, o Grupo dos Cinco advertiu que "é imperativo criar um
entorno internacional propício ao comércio relacionado com a
produção agrícola, estabelecendo um regime de comércio internacional
para produtos agrícolas".
O porta-voz japonês disse que os dois grupos decidiram cooperar
para resolver o problema da alta dos preços dos alimentos, que fez
subir a inflação nos países em desenvolvimento.
Durante a reunião, os países do G5 e do G8 abordaram também a
alta dos preços do petróleo, cujo preço do barril pulou em um ano de
cerca de US$ 70 para aproximadamente US$ 170.
Além disso, os líderes do G5 denunciaram em seu encontro com o G8
as atividades especulativas com o petróleo e defenderam o uso dos
biocombustíveis, uma proposta do Brasil, um dos principais
produtores em nível mundial.
Após um encontro fechado entre G8 e G5, os dois grupos receberam
os líderes de Indonésia, Coréia do Sul e Austrália, além de
representantes de quatro instituições internacionais, para a Reunião
das Grandes Economias (MEM). EFE
mfr/mh
09.07.2008 | 04:28 UTC
Países pedem "cortes profundos" nas emissões de CO2
Toyako (Japão), 9 jul (EFE).- Os líderes de 16 economias
responsáveis pela maior parte da liberação mundial de dióxido de
carbono reivindicaram hoje em Hokkaido (norte do Japão) "cortes
profundos" nas emissões globais de CO2.
Essa chamada foi feita ao término de um encontro realizado
durante a cúpula do Grupo dos Oito (G8) entre seus países-membros
(Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Canadá,
Rússia e Japão), cinco nações emergentes (Brasil, China, Índia,
México e África do Sul), além de Austrália, Indonésia e Coréia do
Sul. EFE
psh/mh
09.07.2008 | 04:11 UTC
Países desenvolvidos pedem "cortes profundos" nas emissões de CO2
Toyako (Japão), 9 jul (EFE).- Os líderes de 16 economias
desenvolvidas, que são os maiores emissores mundiais de dióxido de
carbono, reivindicaram hoje em Hokkaido (norte do Japão) "cortes
profundos" nas emissões globais de CO2. EFE
psh/mh
09.07.2008 | 04:03 UTC
Casa Branca rejeita uso de reservas para reduzir preços do petróleo
Washington, 8 jul (EFE).- O Governo dos Estados Unidos rejeitou
hoje um pedido para usar suas reservas petrolíferas para forçar uma
baixa nos preços dos combustíveis.
Scott Danzel, porta-voz da Casa Branca, assinalou que a Reserva
Estratégica de Petróleo deve ser usada somente em um momento de
alteração grave do fornecimento.
Em carta dirigida a George W. Bush, a presidente da Câmara de
Representantes, Nancy Pelosi, pediu hoje que fosse ordenado o uso de
"uma pequena parte" dessas reservas para "reduzir os preços que
empurraram a economia em direção a uma recessão".
Acrescentou que o Departamento de Energia poderia pôr no mercado
essa quantidade, depois da previsão de que os preços da gasolina
continuarão acima dos US$ 4 por galão (3,78 litros) até o próximo
ano.
"Utilizar uma pequena parte dos recursos da reserva
proporcionaria a ajuda necessária aos consumidores americanos, que
enfrentam preços sem precedentes, e ajudaria a nossa economia
durante um período de grave instabilidade", indicou Pelosi.
A Reserva Estratégica de Petróleo foi criada pelo Congresso em
meados da década de 70, e atualmente abriga cerca de 706 milhões de
barris. EFE
ojl/mh
09.07.2008 | 03:38 UTC
Bolsa de Bangcoc abre em alta
Bangcoc, 9 jul (EFE).- O índice SET da Bolsa de Bangcoc operava
nos primeiros minutos do pregão de hoje em alta de 7,33 pontos
(1,01%), para 729,83. EFE
csm/mh
09.07.2008 | 03:36 UTC
Bolsa de Kuala Lumpur abre em alta
Kuala Lumpur, 9 jul (EFE).- O índice KLCI da Bolsa de Kuala
Lumpur operava nos primeiros minutos do pregão de hoje em alta de
5,34 pontos (1,48%), para 1.126,59. EFE
csm/mh

