1. Conteúdo
  2. Navegação
  3. Mais conteúdo
  4. Cabeçalho
  5. Busca
  6. Selecione dentre 30 idiomas


 

Mundo em Revista


09.07.2008  | 04:46 UTC

Subsídios agrícolas dividem países desenvolvidos e emergentes

Toyako (Japão), 9 jul (EFE).- Os subsídios agrícolas foram hoje o principal ponto de atrito durante a reunião entre os líderes do Grupo dos Oito (G8, os sete países mais industrializados e a Rússia), e do Grupo dos Cinco (G5, que reúne Brasil, China, México, Índia e África do Sul).
O G5 atribui aos subsídios agrícolas dos países industrializados a maior parte da culpa pela atual crise alimentícia, que em sua opinião, representa uma ameaça contra seu desenvolvimento.
Segundo um porta-voz do Ministério de Assuntos Exteriores japonês, os dois grupos continuam divididos sobre como trabalhar dentro da Organização Mundial do Comércio (OMC) as negociações da Rodada de Doha sobre a liberalização do comércio global.
Na declaração conjunta divulgada um dia antes da reunião com os líderes do G8, o Grupo dos Cinco advertiu que "é imperativo criar um entorno internacional propício ao comércio relacionado com a produção agrícola, estabelecendo um regime de comércio internacional para produtos agrícolas".
O porta-voz japonês disse que os dois grupos decidiram cooperar para resolver o problema da alta dos preços dos alimentos, que fez subir a inflação nos países em desenvolvimento.
Durante a reunião, os países do G5 e do G8 abordaram também a alta dos preços do petróleo, cujo preço do barril pulou em um ano de cerca de US$ 70 para aproximadamente US$ 170.
Além disso, os líderes do G5 denunciaram em seu encontro com o G8 as atividades especulativas com o petróleo e defenderam o uso dos biocombustíveis, uma proposta do Brasil, um dos principais produtores em nível mundial.
Após um encontro fechado entre G8 e G5, os dois grupos receberam os líderes de Indonésia, Coréia do Sul e Austrália, além de representantes de quatro instituições internacionais, para a Reunião das Grandes Economias (MEM). EFE
mfr/mh


09.07.2008  | 04:28 UTC

Países pedem "cortes profundos" nas emissões de CO2

Toyako (Japão), 9 jul (EFE).- Os líderes de 16 economias responsáveis pela maior parte da liberação mundial de dióxido de carbono reivindicaram hoje em Hokkaido (norte do Japão) "cortes profundos" nas emissões globais de CO2.
Essa chamada foi feita ao término de um encontro realizado durante a cúpula do Grupo dos Oito (G8) entre seus países-membros (Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Canadá, Rússia e Japão), cinco nações emergentes (Brasil, China, Índia, México e África do Sul), além de Austrália, Indonésia e Coréia do Sul. EFE
psh/mh


09.07.2008  | 04:11 UTC

Países desenvolvidos pedem "cortes profundos" nas emissões de CO2

Toyako (Japão), 9 jul (EFE).- Os líderes de 16 economias desenvolvidas, que são os maiores emissores mundiais de dióxido de carbono, reivindicaram hoje em Hokkaido (norte do Japão) "cortes profundos" nas emissões globais de CO2. EFE
psh/mh


09.07.2008  | 04:03 UTC

Casa Branca rejeita uso de reservas para reduzir preços do petróleo

Washington, 8 jul (EFE).- O Governo dos Estados Unidos rejeitou hoje um pedido para usar suas reservas petrolíferas para forçar uma baixa nos preços dos combustíveis.
Scott Danzel, porta-voz da Casa Branca, assinalou que a Reserva Estratégica de Petróleo deve ser usada somente em um momento de alteração grave do fornecimento.
Em carta dirigida a George W. Bush, a presidente da Câmara de Representantes, Nancy Pelosi, pediu hoje que fosse ordenado o uso de "uma pequena parte" dessas reservas para "reduzir os preços que empurraram a economia em direção a uma recessão".
Acrescentou que o Departamento de Energia poderia pôr no mercado essa quantidade, depois da previsão de que os preços da gasolina continuarão acima dos US$ 4 por galão (3,78 litros) até o próximo ano.
"Utilizar uma pequena parte dos recursos da reserva proporcionaria a ajuda necessária aos consumidores americanos, que enfrentam preços sem precedentes, e ajudaria a nossa economia durante um período de grave instabilidade", indicou Pelosi.
A Reserva Estratégica de Petróleo foi criada pelo Congresso em meados da década de 70, e atualmente abriga cerca de 706 milhões de barris. EFE
ojl/mh


09.07.2008  | 03:38 UTC

Bolsa de Bangcoc abre em alta

Bangcoc, 9 jul (EFE).- O índice SET da Bolsa de Bangcoc operava nos primeiros minutos do pregão de hoje em alta de 7,33 pontos (1,01%), para 729,83. EFE
csm/mh


09.07.2008  | 03:36 UTC

Bolsa de Kuala Lumpur abre em alta

Kuala Lumpur, 9 jul (EFE).- O índice KLCI da Bolsa de Kuala Lumpur operava nos primeiros minutos do pregão de hoje em alta de 5,34 pontos (1,48%), para 1.126,59. EFE
csm/mh



 
Imagem do dia
ImageOfTheDay
Dados da bolsa
  • DAX

    DAX-Verlauf
  • DOW JONES

    DAX-Verlauf
  • Kursliste