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Europa | 08.07.2008 | 14:00 UTC

Acordo do G8 sobre gases-estufa gera críticas

Os chefes de governo e de Estado dos sete maiores países industrializados e da Rússia chegaram a um consenso quanto à redução dos gases causadores do efeito estufa.

Em sua conferência em Toyako, eles combinaram reduzir as emissões de dióxido de carbono à metade até 2050. Pela primeira vez, o presidente norte-americano, George W. Bush, abandonou sua postura de bloqueio a um consenso sobre a proteção do clima.

Para a chanceler federal alemã, Angela Merkel, trata-se de uma incumbência clara para a conclusão de um tratado na conferência do clima que se realizará em Copenhague em 2009. Já os cinco maiores países emergentes, Brasil, México, China, Índia e África do Sul, mostraram-se decepcionados e exigiram maiores esforços dos países industrializados.

A organização ambientalista Greenpeace criticou não ter sido indicado o ano a ser tomado como referência para a redução das emissões de CO2.

Na cúpula, o G8 confirmou ainda que concederá à África 25 bilhões de euros a mais em ajuda ao desenvolvimento. (lk)

 

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